Publicado por: solperuibe | janeiro 31, 2010

Anis

No verde dos seus olhos me perdi…
Na densa mata me escondi…
Envolvida nas flores senti…
O perfume, o calor e simplesmente adormeci…

Anis-verde

Pimpinella anisum L., fam. Umbelíferas

Sin.: Anisum officinarum Moench, Carum anisum Baill., Sison anisum Spreng

Sin. Popular: Erva-doce, anis-verde

Origem (erva): Egito

Países produtores (O.E.): Alemanha, Espanha, Egito, França

Método de extração: Destilação a vapor d’água

Rendimento: 40  50 kg de semente seca (o fruto maduro e seco do anis é chamdo de semente na literatura popular) para extrair 1 kg de O.E.

Constituintes principais (O>E.). 80 a 90% trans-anetol, 10 a 15% melilcavicol. Em menor percentiual, encontra-se também: p-metoxifenilacetona, y-himachaleno. Há ainda terpenos na fração mais volátil do óleo essencial.

Indicações terapéutica: Aerofagial,  dispepsia nervosa, cólica, vômito, enxaqueca de origem digestiva, asma e espasmos brônquicos.

Propriedades medicinais: carminativo, digestivo, expectorante e gelactagogo.

Ação psicológica: Estimulante

Modos de usar: Infuso, banho, massagem, unguento, compressa.

Sinergias: Mistura bem com óleo essencial de bergamota, laranja, melissa.

Cuidados: Emprego frequente do O.E. em aromatizadores pode irritar o estômago, os rins e a cabeça. Em altas doses, o O.E.  de anis é tóxico podendo provocar embriaguez, problemas de momória e visuais.

Armazenagem: É fundamental proteger o óleo de anis da luz e do ar para evitar que ele se oxide e ocorra a formação do difenilmetoxistilbeno que é tóxico.

Informação adiconal: este óleo é u mlíquido incolor ou amarelado com consistência de xarope – sendo líquido acima de 21ºC e se solidificando abaixo de 15ºC. Gravidade específica é 0,975 a 0,9990 à 15ºC com índice de refração que varia de 1,55  a 1,56 à 25ºC. É solúvel em álcool, clorofórmio e éter.

Observação: A semente é o óvulo fecundado e desenvolvido. Ela tem duas partes (1) Epispermo que são os tefumentos (membranas) que lhe servem de invólucro cujo revestimento externo chamado testa e o interno tegmen; (2) Amêndoa que é porção interna da semente coberta pelos tegumentos. O fruto em si, é o próprio ovário desenvolvido. Ele também tem duas partes: (1) Semente ou célula ovo; (2) Pericarpo que é a parede do ovário já desenvolvida. O pericarpo tem três partes: epicarpo (revestimento extyerno), mesocarpo (porção média) e endocarpo (membrana interior que fica em contato com a semente)

Retirado do Livro Tudo sobre Aromaterapia
Adão Roberto da Silva
Editora Roka

Publicado por: solperuibe | janeiro 18, 2010

Alecrim

Ficha técnica do Óleo Essencial de Alecrim

AlecrimAtrás de todo o sabor, uma boca.
Atrás de toda dor, uma saudade…

Sin.: Rosmarinus latifolius Mill

Sin.: Populares: Alecrim-de-jardim, alecrinzeiro

País de origem (erva): Europa Central

Países produtores (O.E.): Espaha, França, Tunísia

Método de extração: Destilação a vapor d’água

Rendimento: 50 a 75kg de folha para extrair 1kg de O.E.

Constituintes principais (O.E.): 17 a 40% cineol, 8 a 15% borneol, 1 a 7% Acetato de vornila. A outra metade do conteúdo comprrende compostos como: alpha-pineno, cânfora, canfeno, limoneno, nopineno, cariofileno, linalol

Indicação terapêutica: Cansaço físico, fadiga mental, depressão, desânimo, resfriado, asma, bronquite, dispepsia, calvície, hipotensão, dores reumáticas e musculares.

Propriedades medicinais: Anti-séptico, cardiotônico, adstringente, estomáquico, carminativo, diurético, rubefaciente, fortificante do couro cabeludo.

Ação psicológica: estimulante do córtex adrenal, antidepressivo, revigorante, refrescante.

Modos de usar: Infuso, banho, escalda-pés, gel de massagem,  travesseiro aromático.

Sinergias: Mistura-se bem com óleo essencial de bergamota, hortelã-pimenta, eucalipto-comum, limão.

Cuidados: o alecrim pode irritar peles seníveis. Ingestão de chás à noite pode perturbar o sono. Superdosagem pode causar irritação gastrintestinal. Deve ser evitado durante a gravidez e lactação. Em virtude da cânfora, evite de usá-lo se estiver fazendo tratamento homeopático.

Informações adicional: este óleo é um líquido amarelo com odor característico de cânfora. Insolúvel em água, portém solúvel em 10 vol. de álcool à 80%. Densidade à temperatura ambiente fica entre 0,895 a 0,910.

Publicado por: solperuibe | janeiro 8, 2010

Alfazema

Ficha Técnica do Óleo Essencial de Alfazema

Lavanda_by_lf06_photo

“Toda a delicadeza que te dei, em vão não foi, porque nada é em vão quando se é dado de coração.”

Sin.: Lavandula augustifolia L., Lavandula vera DC, Lavandula officinalis Chaix

Sin. popular: Alfazema verdadeira, alfazema inglesa, alfazema francesa, lavanda.

Origem (erva): Europa

Países produtores (O.E.): Fança, Bulgária, Rússia, Austrália

Médtodo de extração: Destilação a vapor d’água

Rendimento: 100 a 130kg de sumidades floridas para extrair 1kg de O.E.

Constituintes principais (O.E.) 30 a 60% acetato de linalila. O restante se divide em: terpinenol-4, ésteres butírico,  propiônico e valeriânico do linalol. Contém ainda: linalol livre, geraniol nerol, pineno assim como traços de cineol e borneol.

Indicações terapêutica: insônia, excitação nervosa, eczema, queimadura, insolação, medo do escuro, sensação de pânico, bronquite asmática, tosse, picadas de inseto, inchaços, ronco.

Propriedades medicinais: Anti-séptico, antiespasmódico, analgésico, cicatrizante, carminativo, antiasmático, diaforético, cologogo, anticonvulsivo, desodorante.

Ação psicológica: nerossedativo, antidepressivo, antimelanólico, refrescante, calmante.

Modos de usar: O.E. travesserio aromático, banho, escalda-pés, gel de massagem, sachê, aromatização ambiental, infuso.

Sinergias: Mistura bem com óleo essencial de gerânio, manjerição, bergamota, limão, toranja, erva-cidreira.

Cuidados: Já foi utilizada na Inglaterra em crianças, mulheres grávias e até com pacientes em estado crítico sem nenhum efeito colateral registrado. Não obstante, seu uso em doses elevadas (acima de um grama do óleo essecial purto), pode causar intoxicação. Além disso, o óleo essencial de alfazema é incompatível com iodo e sair de ferro.

Informações adicioal: o óleo praticamente transparente da Lavandula officinalis é mais aromático do que o da Lavanda spica L.  Tem uma gravidade específica de 0,875 a 0,888 à 15ºC com índice de refração que varia de 1,459 a 1,470 à 20ºC. Este óleo é levamente solúvel em água, porém solúvel em 4 vol. de ácool à 70% e dissulfeto de carbono (CS2)

Bibliografia: Tudo sobre Aromaterapia, Adão Roberto da Silva, Editora Roka, pg 199
Publicado por: solperuibe | dezembro 21, 2009

Queimaduras

Sol

Sol  luz que brilha todo os dias, ilunina nosso dia,
nossos olhos, nos dá vida

Não empregar recursos como óleo, pó-de-arroz ou outros. Queimaduras extensas são  de muita gravidade, correndo a vítima perigo de vida e devendo ser hospitalizada imediatamente.

Em caso de queimadura lveve e pouco extensa, agir do seguinte modo:

Lavar imeditamente a região queimada com água tão fria quanto possível; deste modo não só se consegue um alívio momentâneo da dor, como também os resídeuos teciduais tóxicos são eliminados. Assim, a cura se processa bem melhor do que a seco ou com o uso de pomadas. Logo em seguida usar óleo essencial de alfazema (lavanda officinallis).

Se seguir bolha, picá-la com agulha ou cânula estéril para escoar o conteúdo, não retire a pele da bolha, ela é importante para a cura. Conforme a intensidade da queimadura, pode sobrir uma reação global do organismo a qual torna-se necessário a internação hospitalar. em todos os caso, administrar líquidos em abundância ao doente (chá, água, sucos, etc. com um pouquinho de sal, aproximadamente uma colher rsa de chá para o litro de líquido.

E nesse verão, não se esqueça, protetor solar é essencial. Queimaduras solares podem ser extremamente prejudiciais tanto à saúde da pele, como para todo o corpo (câncer de pele). Assim, todo o cuidado é pouoc, não esqueça de repetir a aplicação do protetor solar a cada 2 horas e tomar líquido em abundância.

Publicado por: solperuibe | dezembro 19, 2009

Silêncio

Natividade

O coração conhece o que a língua nunca poderá proferir;
E o que os ouvidos jamais poderão escutar

Mãe Maria:
“Hoje queremos dizer-te “muito obrigada”
Muito obrigado Senhora, por teu “Sim”.
Por tua completa disponibilidade de “escrava”,
Por tua pobreza e teu Silêncio
Pelo gozo de tua 7 espadas
Pela dor de todas as suas partidas,
que foram dando a paz a tantas pessoas,
Por teres ficado conosco
Apesar do tempo e da distância”

Em teu Silêncio, tua alma e teu corpo receberam Deus dentro de ti
E tu dentro de Deus.
E neste Silêncio amoroso de mãe geraste com carinho o Salvador.
E lá, há tanto tempo atrás, numa terra desconhecida para nós
E tão presente hoje nesta noite,
Deste a luz a quem era a própria luz!

Simples, humilde e cheia de tanta graça
Envolveste em teus braços quentes, no sorriso de
teu rosto, a olhar para aquele Ser tão pequeninho e tão Deus,
Tão teu Filho.

Nesta noite, olhando para trás, tentando imaginar Você mãe e nesta viagem acabo sentido sua presença, seu sorriso, e ouço suas palavras tão suaves:
“Meu filhinho e Meus Deus…”

E Jesus através de seus olhos fazem com que transporte para hoje, para mim, para nós,
neste momento, nas palavras.

“… Como te acompanhei neste ano.
Como você esteve distante de mim durante tanto tempo,
Como você se debateu nas suas dificuldades, e muitas vezes sem perceber te coloquei em meus braços e te afaguei e te disse: Tenha coragem!
E você nesta correria tão grande, afogada em suas mágoas, não percebia que te chamava,
Não percebia que tudo o que estava acontecendo teria uma razão de ser,
em meus planos para ti.

Depois de tanto de chamar, você se voltou e me viu lá,
de braços abertos, como você me vê agora nesta manjedoura, pedindo teu coração e te querendo tanto bem…

Como as coisas mudaram, você se lembra?!
Você estava dentro de mim e Eu agora estou dentro de você e você em mim….”

Escutando no silêncio deste olhar, neste momento
o que importa as atribulações do ano, o que importa todas as magoas,
somente pra conhecer a alegria da Paz e a ternura de todo Este Plano de Amor,
olhar para o céu e olhar para dentro de nós e saber que apesar de tantas imperfeições
Jesus mora em nosso coração.
Que o amor todo especial seja nosso Mestre em todos os nossos momentos de vida neste ano que se aproxima
Que possamos nos colocar de olhos fechados, e olhos do coração, abertos para Ele e
Imitando o Silêncio de Maria dizer nosso “Sim” como servos e amigos do Senhor do Universo, nosso Salvador!
Assim Seja!!!

Publicado por: solperuibe | dezembro 3, 2009

Maceração

Onze horas by SolPeruibe

Onze horas para viver, uma hora para sonhar com você!

Maceração é a adição de uma substância sólida (folhas, flores) em um veículo (água, vinho, álcool de cereal, azeite, conhaque) para extrair entre outras coisas, os principios ativos. A maceração pode ser rápida ou lenta; indiferente, ambas são feitas a frio a fim de preservar aquilo que o calor poderia destruir – as vitaminas e sais minerais.

Preparação rápida:

  1. Trituramos duas colheres de flores ou folhas de ervas frescas socando-as num pilão de cozinha;
  2. Despejamos um copo de água fria e potável;
  3. Deixamos a mistura descansar pelo menos um hora;
  4. Filtramos a solução com um coador de tecido de algodão ou filtro de papel;
  5. A mistura deve ser consumida no mesmo dia e mantida, durante esse tempo, na geladeira.

Uso: a mistura pode ser tomada de hora em hora, ou a cada duas horas, usando-se para isso uma colher de sopa.

Preparação lenta:

  1. Para fazer uma maceração com dois dentes de alho (*) por exemplo, não é necessário triturá-los. Basta pô-los em um xícara com água potável à temperatura ambiente;
  2. Depois, deixar os dentes de alho macerando em fugar fresco de 10 a 24 horas. Recomenda-se tampar a xícara.

Uso: a mistura pode ser tomada pura ou diluída. Neste caso, coloca-se 20 gotas do macerado num copo de água fresca e toma a solução.

(*) uma maceração feita com ameixas secas é ideal para intestino ressecado

Publicado por: solperuibe | dezembro 3, 2009

Loção Antitranspirante

Chuva de Ouro by SolPeruibe

Ingredientes:

  • 20 gotas de óleo essencial de abeto-branco;
  • 12 gotas de óleo essencial de bétula;
  • 12 gotas de óleo essencial de sálvia-esclaréia;
  • Álcool etílico à 50% suficiente para completar 100 ml de loção

Preparação:

  1. Colocamos as gotas dos óleos essenciais em 90 ml de álcool. Na falta de algum óleo essencial, podemos substituí-lo por outro ou aumentar a dosagem do disponível: se tivermos, digamos, só o óleo de sálvia-esclaréia, usaremos as 44 gotas (12+12+20)
  2. Mexemos com um bastão de vidrõa (ou simplesmente agitamos o frasco) e completamos com álcool suficiente pra 100 ml.

Retirado do livro
Tudo Sobre Aromaterapia
Adão Roberto da Silva
Editora Roka

Publicado por: solperuibe | dezembro 2, 2009

Alcoolatura de Alecrim para Fricção

Garrafa

Dentro dela pode conter uma solução que te trará bem estar, pode conter uma mensagem, pode conter um sonho ou
simplesmente a vontade contida de te amar.

Uma alcoolatura ordinária é um líquido verde que se obtém pela maceração de folhas de plantas frescas em álcool ou, no caso de usarmos raízes, um líquido castanho. São preparadas sempre os princípios ativos não suportarem o calor da destilação como acontence no caso dos alcoolatos.

Ingredientes: 500 gramas de folhas de alecrim colhidas na hora;
600 ml de álcool etílico à 90%

Preparação:

  1. Basta deixarmos macerando de uma semana a 10 dias as foçhas de alecrim no álcool. Para isso coloque a erva e o álcool à 90% num recipenete fechado. A concentração é elevada para evitar a diluição da solução (uma vez que a planta fresca libera bastante água);
  2. Por fim, é só expremê-la e, logo em seguida, filtrá-la. O resultado é um excelente álcool de fricção para dores musculares.

Dica: em preparações caseiras, muitos simplesmente colocam as ervam num vidro de álcool e as deixam dentro sem filtrá-las. :)

Publicado por: solperuibe | novembro 16, 2009

Compressas

Princess_earring_by_SolPeruibe

Princess earring by SolPeruibe

O alívio de tantas dores deve vir acompanhador de tantos amores!

Compressa fria usamos para tratar dor de natureza aguda como uma contusão inesperada, uma cãimbra de curta duração, uma dor de cabeça, uma tendinite. Compressa quente usamos para tratar dores de natureza crônica como uma bronquite com falta de ar ou não, um abscesso acompanhado ou não de febre, reumatismo e doenças de pele que perduram por muito tempo, às vezes, meses.

Compressa Fria

Para um litro de água, adicionamos três gotas de óleo essenciais: duas de alecrim e uma de hortelã-pimenta. São óleos excelentes para dores. Podemos usar também três gotas de um só deles. Diminuímos a temperatura da água com alguns cubos de gelo. A compressa é feita mergulhando um pano limpo e macio na água com óleo essencial. Retiramos o excesso d’água torcendo o pano. Colocamos a compressa em cima da área afetada e a cobrimos com um pano seco de lã ou flanela a fim de diminuir a troca de calor. Isso permite que a compressa se mantenha fria por mais tempo. Quando a compressa atinge a temperatura do corpo, voltamos a umedecê-la

Dosagem: repita duas até três vezes ao dia

Dicas: os óleos essenciais são praticamente imiscíveis na água. Por isso, o melhor é colacarmos as três gotas do óleo num pouco de alcool etílico e agitar bem. Após veremos que a mistura se integra totalmente quando adicionada ao litro de água fria.

Compressa Quente

Para um litro de água quente podemos acrescentar de três a cinco gotas de um óleo essencial suave. O processo é o mesmo descrito para a compressa fria, porém com uma importante diferença, além da temperatura, evidentemente: o pano mergulhado na água quente com o óleo essencial e usada como compresa, não é reaproveitado. A razão disso é que a água é um condutor de microorganismos – justamente o que queremos evitar quando há uma inflamação bacteriana.

Cobrimos a compresssa com um pano seco de lã ou flanela para diminuir a troca de calor e assim permitir que a compressa se mantenha quente por mais tempo. Porém, quando a compressa quente se esfria atingindo a temperatura do corpo, fazemos a troca por outro pano limpo. Podemos usar de dois a dez novos panos para fazer as compressas quentes se houver sinais de abscesso ou infecção.

Dosagem: repita o processo duas a três vezes a o dia.

Dicas: podemos melhorar a miscibilidade do óleo esencial diluindo o primiero com um pouco de álcool etilico, em vez de adicioná-lo diretamente na água.

Próximo post continuaremos a falar sobre Compressas….

Retirado do livro
Tudo sobre Aromaterapia
Adão Roberto da Silva
Editora Roka

Publicado por: solperuibe | novembro 13, 2009

Banhos

Simplesmente é deixar sua intuição te guiar

My_fave_chair_by_SolPeruibe

My fave chair by SolPeruibe

Modo de uso por banho de chuveiro: colocamos o banho-espuma numa espoja vegetal e massageamos lentamente todo nosso corpo. Se a água do chuveiro estiver quente,  parte do óleo essencial penetrará no corpo. O Box ficará aromatizado pelo óleo essencial por isso os efeitos aromaterapêuticos se farão presentes Busquemos intensificar a sensação de bem-estar nos imaginando num banho de cachoeira de aromas inebriantes.

Modo de uso por escalda-pés: usamos sais com óleos essenciais para fazer relaxamento e como coadjuvante em tratamos de podagra (gota nos pés), chagas, contusões, panarício (inflamação dolorida na ponta dos dedos) e suor nos pés. Não é porque se chama escalda-pés que temos nos escaldar – uma temperatura amena e reconfortante para a água do escalda-pés é de 35ºC.

Usamos um volume de água suficiente para cobrir os pés. Se desejarmos, podemos encher o balde com água até cobrir os músculos gastrocnêmicos que são os músculos gêmeos da barriga da perna. Depois basta colocar duas colheres de chá (5 a 10 gramas) de sal com óleo essencial na água

Cuidados: no caso das pessoas que tem varizes, a temperatura da água não deve ser superior a 30ºC.

Modo de uso por duchas: a palavra ducha é usada em dois sentidos: lavagem vaginal com jato d’água pressurizado de 0,7 kgf/cm² a 4,2 kgf/cm²; a lavagem vaginal com  uma bombinha de borracha denominada ducha vaginal que contém uma solução medicamentosa.

Em Aromaterapia, a solução para tratamento de certos problemas vaginas é simplesmente uma mistura de três gotas de óleo essencial para um litro de iogurte diluído em água. Às vezes, as três gotas de um óleo como o tea tree é adicionada em um litro de leite fermentado com lactobacilo acidófilo. 1.  O Acidopbilus é uma bactéria que se desenvolve bem no ambiente ácido do intestino. Lá sua função é a de reforças as defesas naturais do organismo combatendo o stress e outras agressões do dia-a-dia como uma alimentação desequilibrada.

Cuidados – as duchas de bidês não devem ter o jato de água direcionada sobre veias varicosas ou qualquer outra afecção para as quais a pressão venha danificar os tecidos.

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